Decisão histórica traz previsibilidade financeira para empresas com menos de 30 vidas. Especialista explica como a nova regra destrava o mercado e protege o fluxo de caixa do microempreendedor.
Uma recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) promete transformar o mercado de Saúde Suplementar no Brasil. A corte pacificou o entendimento de que operadoras não podem mais cancelar de forma unilateral e sem motivo (imotivada) os contratos de planos coletivos empresariais com menos de 30 beneficiários.
A decisão afeta diretamente Microempreendedores Individuais (MEIs) e Pequenas e Médias Empresas (PMEs), que representam a base da economia.
O fim do “medo do CNPJ” na saúde
Para Estefânia Portomeo, administradora, sócia-diretora da Acads (consultoria premium de planos de saúde) e especialista em otimização de custo-benefício, a mudança elimina a principal barreira na contratação de planos corporativos por pequenos negócios.
“Muitos pequenos empresários deixavam de economizar até 40% na mensalidade migrando do plano individual para o empresarial pelo medo da quebra de contrato no meio de um tratamento. A decisão do STJ devolve a previsibilidade financeira ao microempreendedor”, avalia Estefânia.
Entenda as novas regras (O que o empresário precisa saber):
Para simplificar o “juridiquês”, a especialista resume os três pontos centrais da decisão para quem tem ou deseja abrir um plano PME:
Cancelamento surpresa é proibido: a operadora não pode rescindir o contrato (de até 30 vidas) apenas por desinteresse comercial. É exigida uma “motivação idônea”.
A regra da inadimplência continua: a proteção do STJ é para o cliente de boa-fé. Se a empresa atrasar os pagamentos ou cometer fraudes, a operadora mantém o direito legal de cancelar o serviço.
Equilíbrio de mercado: “A regra protege o bom pagador. É um cenário de ganha-ganha: a operadora tem a garantia da adimplência, e a pequena empresa tem a garantia da continuidade”, explica a sócia-diretora da Acads.
A matemática financeira da escolha
Com a segurança estabelecida, a procura por planos PME deve crescer. No entanto, Estefânia, que utiliza metodologias para desenhar soluções focadas no cliente, alerta que a consultoria especializada é vital para evitar prejuízos. “A função das consultoras de planos de saúde é ser a tradutora das regras. Elas fazem a matemática financeira para que a empresa escolha o contrato ideal e garanta que a relação com a operadora nasça saudável e transparente.”
SOBRE A FONTE / SOLICITAÇÃO DE ENTREVISTAS:
Estefânia Portomeo é Administradora, Mestra em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) e sócia-diretora da Acads Central de Convênios. Com mais de 10 anos de experiência na gestão da empresa, é uma das principais referências em consultoria estratégica para planos de saúde coletivos (adesão e empresariais).
Sobre a Acads:
Com 26 anos de história, a Acads Central de Convênios é referência em consultoria de saúde e gestão de benefícios. Fundada com a missão de tornar a medicina privada acessível e proteger o patrimônio de famílias e empreendedores, a empresa administra hoje mais de 20 mil vidas com um atendimento que une inteligência de mercado e acolhimento humano.
Especialista em Planos Coletivos por Adesão e Empresariais, a Acads atua para democratizar o acesso à saúde de ponta, oferecendo soluções com preços justos e desburocratizados. Seu diferencial é o olhar consultivo: a equipe não apenas comercializa planos, mas analisa o momento de vida de cada cliente para indicar coberturas que evitem o endividamento e garantam segurança real em momentos de emergência.
Acesse: www.acads.com.br
Foto: Dra Estefânia Portomeo